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ECONOMIA
29/09/2022 09:41:51
407 acessos
Pexels
De acordo com informações do ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, cerca de 60 instituições financeiras demonstraram interesse em participar da concessão dos empréstimos consignados aos beneficiários do Auxílio Brasil.
A informação foi anunciada nesta quarta-feira (28), em entrevista à Voz do Brasil, quando o ministro também explicou que as empresas agora passam por um processo de avaliação e habilitação para participar do programa, conforme regulamento da portaria 816.
“Dentre elas [empresas interessadas], a Caixa Econômica Federal divulgou, em nota, que vai disponibilizar também esse crédito consignado para as famílias. A partir daí, elas [as famílias] podem fazer o seu pré-cadastro, se habilitarem e a instituição financeira vai conceder o crédito consignado”, disse o ministro.
As financeiras passarão por um processo de triagem para poderem atender a modalidade de empréstimo aos interessados e, quando habilitadas, não poderão fazer busca ativa de clientes para oferecer o empréstimo.
“A portaria é bem clara, proibindo essa conduta, essa captação, esse marketing ativo de buscar essas famílias. A instituição financeira tem que ter a postura passiva, de ser demandada e, a partir dali, fazer seu empréstimo consignado”, afirmou Bento.
Sobre os juros da modalidade, que não podem ultrapassar 3,5% ao mês de acordo com a portaria, o ministro comentou: “não pode haver nenhuma outra cobrança de taxa administrativa, sequer taxa de abertura de crédito. A partir dali, a família tem que ser informada de quanto vai ser descontado do seu benefício por mês”.
Bento afirmou que o empréstimo também poderá ser usado por aqueles beneficiários do Auxílio Brasil que exerciam suas atividades de microempreendedores individuais e que foram impactados pela pandemia de Covid-19, para retomar seus negócios.
Atualmente são quase 21 milhões de famílias beneficiadas com o Auxílio Brasil e, seguindo a Lei 14.431, o valor do consignado está limitado a até 40% do repasse permanente de R$400 do benefício, ou seja, até R$160 mensais em no máximo 24 meses.
De acordo com informações do ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, cerca de 60 instituições financeiras demonstraram interesse em participar da concessão dos empréstimos consignados aos beneficiários do Auxílio Brasil.
A informação foi anunciada nesta quarta-feira (28), em entrevista à Voz do Brasil, quando o ministro também explicou que as empresas agora passam por um processo de avaliação e habilitação para participar do programa, conforme regulamento da portaria 816.
“Dentre elas [empresas interessadas], a Caixa Econômica Federal divulgou, em nota, que vai disponibilizar também esse crédito consignado para as famílias. A partir daí, elas [as famílias] podem fazer o seu pré-cadastro, se habilitarem e a instituição financeira vai conceder o crédito consignado”, disse o ministro.
As financeiras passarão por um processo de triagem para poderem atender a modalidade de empréstimo aos interessados e, quando habilitadas, não poderão fazer busca ativa de clientes para oferecer o empréstimo.
“A portaria é bem clara, proibindo essa conduta, essa captação, esse marketing ativo de buscar essas famílias. A instituição financeira tem que ter a postura passiva, de ser demandada e, a partir dali, fazer seu empréstimo consignado”, afirmou Bento.
Sobre os juros da modalidade, que não podem ultrapassar 3,5% ao mês de acordo com a portaria, o ministro comentou: “não pode haver nenhuma outra cobrança de taxa administrativa, sequer taxa de abertura de crédito. A partir dali, a família tem que ser informada de quanto vai ser descontado do seu benefício por mês”.
Bento afirmou que o empréstimo também poderá ser usado por aqueles beneficiários do Auxílio Brasil que exerciam suas atividades de microempreendedores individuais e que foram impactados pela pandemia de Covid-19, para retomar seus negócios.
Atualmente são quase 21 milhões de famílias beneficiadas com o Auxílio Brasil e, seguindo a Lei 14.431, o valor do consignado está limitado a até 40% do repasse permanente de R$400 do benefício, ou seja, até R$160 mensais em no máximo 24 meses.
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Jornalista
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