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Pesquisa
18/03/2022 12:06:49
767 acessos
Pesquisa mostra que 8 em cada 10 brasileiros aprovam congelamento de preços Foto: Marcos Santos / USP Imagens

Uma pesquisa realizada pela  Quaest/Genial apontou que, para os brasileiros, a economia é o principal problema do país. 

Diante disso, de acordo com os levantamentos mais recentes feitos pelo Instituto Locomotiva, a expectativa dos cidadãos é por uma solução rechaçada pela maioria dos economistas, o tabelamento de preços.

“8 em cada 10 brasileiros concordariam com tabelamento dos preços. É isto que vemos nas pesquisas recentes do Locomotiva sobre como as pessoas enxergam as saídas para a crise atual. A perda do poder de compra, a inflação em alta, leva ao entendimento de que segurar os preços pode ter mais efeito que receber um auxílio do governo”, disse o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles.

O congelamento de preços já foi adotado diversas vezes durante o período da hiperinflação. Nos anos do governo Dilma, houve controle de preços de forma indireta, com aumento dos gastos públicos para evitar a disparada dos custos na economia. 

A interferência nos preços dos combustíveis na Petrobras, que gerou prejuízo bilionário à companhia, e a queda forçada da conta de luz são as referências mais claras sobre o revés do tabelamento.

Na campanha atual pela presidência da república, o aceno a medidas heterodoxas começa a aparecer nos discursos do presidente Jair Bolsonaro, como as recentes críticas à Petrobras, e o compromisso em acionar mecanismos distantes da ideologia liberal, pregada e defendida por Paulo Guedes.

“A campanha de Bolsonaro pode testar ganhos se o governo partir para medidas mais heterodoxas como tabelamento de preços, auxílios para o gás, caminhoneiros, entre outros. São medidas pouco liberais, mas podem garantir maior participação do eleitorado”, explicou.

Fonte: com informações da CNN

Uma pesquisa realizada pela  Quaest/Genial apontou que, para os brasileiros, a economia é o principal problema do país. 
Diante disso, de acordo com os levantamentos mais recentes feitos pelo Instituto Locomotiva, a expectativa dos cidadãos é por uma solução rechaçada pela maioria dos economistas, o tabelamento de preços.
“8 em cada 10 brasileiros concordariam com tabelamento dos preços. É isto que vemos nas pesquisas recentes do Locomotiva sobre como as pessoas enxergam as saídas para a crise atual. A perda do poder de compra, a inflação em alta, leva ao entendimento de que segurar os preços pode ter mais efeito que receber um auxílio do governo”, disse o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles.
O congelamento de preços já foi adotado diversas vezes durante o período da hiperinflação. Nos anos do governo Dilma, houve controle de preços de forma indireta, com aumento dos gastos públicos para evitar a disparada dos custos na economia. 
A interferência nos preços dos combustíveis na Petrobras, que gerou prejuízo bilionário à companhia, e a queda forçada da conta de luz são as referências mais claras sobre o revés do tabelamento.
Na campanha atual pela presidência da república, o aceno a medidas heterodoxas começa a aparecer nos discursos do presidente Jair Bolsonaro, como as recentes críticas à Petrobras, e o compromisso em acionar mecanismos distantes da ideologia liberal, pregada e defendida por Paulo Guedes.
“A campanha de Bolsonaro pode testar ganhos se o governo partir para medidas mais heterodoxas como tabelamento de preços, auxílios para o gás, caminhoneiros, entre outros. São medidas pouco liberais, mas podem garantir maior participação do eleitorado”, explicou.
Fonte: com informações da CNN
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