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ENDIVIDAMENTO EM ALTA
22/02/2022 14:30:01
727 acessos
Pexels
Um novo estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU, mostrou que sete em cada dez famílias brasileiras contraíram dívidas durante a pandemia, um cenário de endividamento preocupante para o país.
O relatório divulgado nesta segunda-feira (21), obtido pela CNN Brasil, mostra ainda que 43,2% dessas famílias não devem conseguir acertar essa situação e seguir na inadimplência.
Essa situação deve impactar diretamente a economia brasileira que deverá passar por vários desafios econômicos e sociais, já que as pessoas terão dificuldades para acessar produtos e consumos básicos.
A pesquisa sugere uma intervenção do poder público estimulando medidas que incentivem contratações, para realocar esses consumidores no mercado de trabalho, podendo então quitar as dívidas e voltar a consumir.
O relatório sugere que essa será a única forma para enfrentar o “superendividamento” vivido pelo país, melhorando o rendimento familiar e possibilitando a retomada financeira.
Medidas para combater o endividamento
Para auxiliar na recuperação dessas famílias, o órgão disponibilizou um projeto junto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), apresentando doze medidas para enfrentar a situação.
Entre as medidas estão a regulamentação de um programa de educação financeira para jovens e grupos vulneráveis.
Um novo estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU, mostrou que sete em cada dez famílias brasileiras contraíram dívidas durante a pandemia, um cenário de endividamento preocupante para o país.
O relatório divulgado nesta segunda-feira (21), obtido pela CNN Brasil, mostra ainda que 43,2% dessas famílias não devem conseguir acertar essa situação e seguir na inadimplência.
Essa situação deve impactar diretamente a economia brasileira que deverá passar por vários desafios econômicos e sociais, já que as pessoas terão dificuldades para acessar produtos e consumos básicos.
A pesquisa sugere uma intervenção do poder público estimulando medidas que incentivem contratações, para realocar esses consumidores no mercado de trabalho, podendo então quitar as dívidas e voltar a consumir.
O relatório sugere que essa será a única forma para enfrentar o “superendividamento” vivido pelo país, melhorando o rendimento familiar e possibilitando a retomada financeira.
Para auxiliar na recuperação dessas famílias, o órgão disponibilizou um projeto junto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), apresentando doze medidas para enfrentar a situação.
Entre as medidas estão a regulamentação de um programa de educação financeira para jovens e grupos vulneráveis.
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