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Abrasel
11/04/2022 14:00:01
717 acessos
Pexels
O ano de eleição promete ser também de grandes pautas econômicas e tributárias. Empresários, donos de bares e restaurantes, estão elaborando um documento com tópicos que pretendem apresentar aos pré-candidatos à Presidência da República, com pedidos para o setor.
Um dos pontos principais é o pedido de desoneração da folha de pagamentos. Segundo o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, diante da inflação, os estabelecimentos estão com dificuldades de fechar as contas e quase% deles estão operando com prejuízo.
“A gente só se mantém no Simples Nacional hoje pelas questões do INSS. Se não tivesse o peso do INSS sobre a folha de pagamento, seria mais vantajoso hoje para as empresas saírem do regime. Nós não queremos ter essa amarra de ser obrigados a viver no Simples. Queremos crescer como qualquer outra empresa”, diz o representante do setor.
Segundo Solmucci, a desoneração deveria preceder a reforma tributária, que aumentaria a carga do setor.
“Nós não estamos contra a reforma tributária, mas achamos que a condição para que ela aconteça é que haja um conforto para o setor, que só virá com a desoneração da folha. Os 17 maiores setores do país estão desonerados. E a pequena empresa está onerada. Não faz sentido”, diz.
Em janeiro, Bolsonaro sancionou a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de setores como construção civil, fabricação de veículos e calçados.
O mecanismo permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários.
Solmucci diz que a entidade está esperando a definição das chapas para enviar um documento com as demandas, mas a ideia, segundo ele, é que a pauta saia dos bastidores e tenha um debate mais amplo.
A Abrasel já está preparando para maio uma campanha em apoio à ampliação da reforma trabalhista, outra pauta do setor.
Fonte: com informações do Painel S.A
O ano de eleição promete ser também de grandes pautas econômicas e tributárias. Empresários, donos de bares e restaurantes, estão elaborando um documento com tópicos que pretendem apresentar aos pré-candidatos à Presidência da República, com pedidos para o setor.
Um dos pontos principais é o pedido de desoneração da folha de pagamentos. Segundo o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, diante da inflação, os estabelecimentos estão com dificuldades de fechar as contas e quase% deles estão operando com prejuízo.
“A gente só se mantém no Simples Nacional hoje pelas questões do INSS. Se não tivesse o peso do INSS sobre a folha de pagamento, seria mais vantajoso hoje para as empresas saírem do regime. Nós não queremos ter essa amarra de ser obrigados a viver no Simples. Queremos crescer como qualquer outra empresa”, diz o representante do setor.
Segundo Solmucci, a desoneração deveria preceder a reforma tributária, que aumentaria a carga do setor.
“Nós não estamos contra a reforma tributária, mas achamos que a condição para que ela aconteça é que haja um conforto para o setor, que só virá com a desoneração da folha. Os 17 maiores setores do país estão desonerados. E a pequena empresa está onerada. Não faz sentido”, diz.
Em janeiro, Bolsonaro sancionou a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de setores como construção civil, fabricação de veículos e calçados.
O mecanismo permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários.
Solmucci diz que a entidade está esperando a definição das chapas para enviar um documento com as demandas, mas a ideia, segundo ele, é que a pauta saia dos bastidores e tenha um debate mais amplo.
A Abrasel já está preparando para maio uma campanha em apoio à ampliação da reforma trabalhista, outra pauta do setor.
Fonte: com informações do Painel S.A
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Jornalista
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