O Fórum Contábeis reúne o maior acervo de conteúdo contábil atualizado e com discussães que promovem um crescimento em geral de toda a comunidade contábil. Conheça e comece a fazer parte da nossa comunidade!
Veja quais tópicos são os mais discutidos nos últimos 10 dias.
Veja em tempo real, os últimos tópicos postados no fórum.
Contribua interagindo com tópicos não respondidos.
Utilize nossas editorias para se informar com um conteúdo atualizado diariamente e diretamente voltado para seu interesse. No portal contábeis você tem a certeza de que pode encontrar o suporte de informação necessário para voce ter ainda mais sucesso profissional.
Envie sua matéria, publique seu artigo e compartilhe com milhares de visitantes todos os dias.
Nossos especialistas discutem os assuntos mais relevantes da atualidade.
Ferramentas que ajudam o profissional contábil, empreendedores e acadêmicos
Encontre o anexo e calcule a alíquota da atividade de sua empresa através da descrição ou do CNAE.
O portal contábeis é feito para profissionais como você, que procuram informação de qualidade e uma comunidade ativa e pronta para discutir, opinar e participar de tudo o que envolve o mundo contábil.
Compartilhe seu conhecimento para visitantes todos os dias.
Mercado de trabalho
29/04/2022 10:05:58
728 acessos
Empregos formais sobem pelo terceiro mês consecutivo em 2022 Tony Winston/Agência Brasília

O mercado formal de trabalho registrou 136.189 empregos no mês de março. É o terceiro resultado positivo consecutivo em 2022.

Contudo, o saldo representa queda de 11,23% em relação ao registrado em igual período do ano passado, que foi de 153.431.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência, nesta quinta-feira (28).

Para o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira,o saldo já se aproxima da meta de geração de empregos neste ano,  estipulada em 1 milhão: “penso que temos que comemorar”.

Novos empregos formais

Nos primeiros três meses do ano,  os empregos foram puxados pelo setor de serviços, com saldo positivo de 433.001. A indústria de transformação ficou em segundo lugar com 109.673, seguida pelo setor da construção civil, com 100.487 vagas. Já o comércio eliminou 54.121 postos.

O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Bruno Dalcolmo, disse que o setor de serviços foi mais sacrificado pela pandemia que o comércio e estava com demanda reprimida.  Segundo ele, isso explica o saldo negativo no comércio:

“As pessoas estão demandando serviços, turismo, eventos, festas, congressos e não produtos “, afirmou.

Com exceção do trabalho doméstico, todos os segmentos do setor de serviços geraram empregos. 

O subsetor de alojamento e alimentação registrou saldo positivo de 7.061 postos em março. No mesmo período do ano, foram fechadas 38.629 vagas em hotéis e restaurantes.

Outro subsetor de serviços, arte, cultura, esporte e recreação gerou 1.160 postos no mês passado; no mesmo mês de 2021 havia eliminado 2.908.  

O Sudeste foi a região que mais gerou emprego em março, com saldo positivo de 75.805 postos, com destaque para São Paulo e Minas Gerais. O Rio ficou em terceiro lugar com abertura de 11.385 vagas.  

Retomada da economia

O secretário explicou que a desaceleração na taxa de crescimento do emprego se deve à retomada da economia, com aumento das admissões e maior rotatividade no mercado de trabalho.

Ele  mencionou também  que o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego (BEm), criado no auge da pandemia e que permitiu redução de salário e de contrato em troca da estabilidade do trabalhador, está terminando, sem novos acordos.

Uma das consequências foi o aumento nos pedidos de seguro desemprego, que subiu de 550.265 para 674.603 no mês passado. A alta, contudo, é considerada um processo natural pelo governo, diferentemente de 2015 e 2016, quando a economia estava em crise.

Com informações do O Globo

O mercado formal de trabalho registrou 136.189 empregos no mês de março. É o terceiro resultado positivo consecutivo em 2022.
Contudo, o saldo representa queda de 11,23% em relação ao registrado em igual período do ano passado, que foi de 153.431.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência, nesta quinta-feira (28).
Para o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira,o saldo já se aproxima da meta de geração de empregos neste ano,  estipulada em 1 milhão: “penso que temos que comemorar”.
Nos primeiros três meses do ano,  os empregos foram puxados pelo setor de serviços, com saldo positivo de 433.001. A indústria de transformação ficou em segundo lugar com 109.673, seguida pelo setor da construção civil, com 100.487 vagas. Já o comércio eliminou 54.121 postos.
O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Bruno Dalcolmo, disse que o setor de serviços foi mais sacrificado pela pandemia que o comércio e estava com demanda reprimida.  Segundo ele, isso explica o saldo negativo no comércio:
“As pessoas estão demandando serviços, turismo, eventos, festas, congressos e não produtos “, afirmou.
Com exceção do trabalho doméstico, todos os segmentos do setor de serviços geraram empregos. 
O subsetor de alojamento e alimentação registrou saldo positivo de 7.061 postos em março. No mesmo período do ano, foram fechadas 38.629 vagas em hotéis e restaurantes.
Outro subsetor de serviços, arte, cultura, esporte e recreação gerou 1.160 postos no mês passado; no mesmo mês de 2021 havia eliminado 2.908.  
O Sudeste foi a região que mais gerou emprego em março, com saldo positivo de 75.805 postos, com destaque para São Paulo e Minas Gerais. O Rio ficou em terceiro lugar com abertura de 11.385 vagas.  
O secretário explicou que a desaceleração na taxa de crescimento do emprego se deve à retomada da economia, com aumento das admissões e maior rotatividade no mercado de trabalho.
Ele  mencionou também  que o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego (BEm), criado no auge da pandemia e que permitiu redução de salário e de contrato em troca da estabilidade do trabalhador, está terminando, sem novos acordos.
Uma das consequências foi o aumento nos pedidos de seguro desemprego, que subiu de 550.265 para 674.603 no mês passado. A alta, contudo, é considerada um processo natural pelo governo, diferentemente de 2015 e 2016, quando a economia estava em crise.
Com informações do O Globo
Inscreva-se no Telegram do Contábeis e não perca nenhuma notícia
Publicado por
Jornalista
RSS
O Portal Contábeis se isenta de quaisquer responsabilidades civis sobre eventuais discussões dos usuários ou visitantes deste site, nos termos da lei no 5.250/67 e artigos 927 e 931 ambos do novo código civil brasileiro.

source