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E-COMMERCE
21/08/2022 15:00:01
5,3 mil acessos
PEXELS
O mercado de e-commerce na América Latina caiu no gosto da população, foi incentivado durante a pandemia e agora segue em crescimento.
De acordo com um levantamento feito pela startup Magis5, o mercado arrecadou US$139 bilhões em 2021, com previsão de chegar a 4,9 trilhões em 2025.
A pesquisa avaliou os dados nos principais players envolvidos no e-commerce da América Latina, como VTEX, Magalu, Mercado Livre e Americanas, com o objetivo de entender a situação atual desse mercado gigantesco e, também, traçar estratégias para ações futuras, já que o foco da empresa é conectar e automatizar a operação dos vendedores dentro desses canais.
O primeiro ponto que chama a atenção no estudo foi o amadurecimento do comércio eletrônico brasileiro como meio de compras da população, que foi impulsionado com o início e auge da pandemia da covid-19.
Após o boom de 2020, houve um crescimento um pouco menor se comparado ao ano anterior, especialmente pelo aumento da inflação e crise dos combustíveis, com a guerra da Rússia e Ucrânia, que aumentou o preço dos fretes e teve reflexos nos preços dos produtos também.
“Com a guerra da Ucrânia e a elevação das taxas de juros, os investimentos desaceleraram em todo o mundo, o que pode afetar os resultados dessas grandes empresas no curto e médio prazo com um crescimento mais tímido do e-commerce brasileiro”, afirma o Head de Marketing da Magis5, Vinícius Ribeiro
Crescimento e reafirmação de grandes players
Ainda assim, as empresas passaram por experiências positivas, inclusive quando avaliado a competição com a reabertura das lojas físicas. A Magalu, por exemplo, apresentou um crescimento de 13% trimestral, com intensa participação no e-commerce.
Mesmo após a reabertura das lojas físicas em todo o território brasileiro, que historicamente sempre foi o ponto forte desde o início da empresa, as vendas on-line representam mais de 72% de todas as vendas da empresa, número que até 2020 representava somente 53% de todas as vendas.
Nos últimos 2 anos, a Magalu cresceu cerca de 149% no número de vendas on-line, sendo o principal motor de crescimento acelerado do e-commerce, com 36% das vendas e cerca de 180 mil sellers vendendo de forma legal e formal.
O Mercado Livre, principal player do e-commerce nacional, apresentou um crescimento de GMV (métrica que se aplica ao varejo on-line que ajuda as empresas a identificarem quanto de receita foi gerado pelos seus canais digitais em um período específico) de 32%.
Com a ampliação da malha logística e a estratégia de ampliar o portfólio de produtos, a empresa também investiu no fortalecimento da sua fintech Mercado Envios, conseguindo manter resultados consistentes mesmo com a economia mundial não convergindo a favor disso.
Chama a atenção que, apesar do cenário macroeconômico desfavorável, as pessoas passaram a comprar artigos que não eram usuais e que eram adquiridos somente em estabelecimentos físicos.
Categorias como farmácia, supermercado, itens básicos de higiene e beleza entraram no rol de produtos cada vez mais presentes, e até mesmo roupas tiveram um crescimento no e-commerce.
O CEO da Magis5, Claudio Dias, reforça a ideia: “essas tendências, o atual cenário e as mudanças no comportamento do consumidor já refletem no comércio eletrônico brasileiro”.
Com informações Engenharia de Comunicação e Magis5
O mercado de e-commerce na América Latina caiu no gosto da população, foi incentivado durante a pandemia e agora segue em crescimento.
De acordo com um levantamento feito pela startup Magis5, o mercado arrecadou US$139 bilhões em 2021, com previsão de chegar a 4,9 trilhões em 2025.
A pesquisa avaliou os dados nos principais players envolvidos no e-commerce da América Latina, como VTEX, Magalu, Mercado Livre e Americanas, com o objetivo de entender a situação atual desse mercado gigantesco e, também, traçar estratégias para ações futuras, já que o foco da empresa é conectar e automatizar a operação dos vendedores dentro desses canais.
O primeiro ponto que chama a atenção no estudo foi o amadurecimento do comércio eletrônico brasileiro como meio de compras da população, que foi impulsionado com o início e auge da pandemia da covid-19.
Após o boom de 2020, houve um crescimento um pouco menor se comparado ao ano anterior, especialmente pelo aumento da inflação e crise dos combustíveis, com a guerra da Rússia e Ucrânia, que aumentou o preço dos fretes e teve reflexos nos preços dos produtos também.
“Com a guerra da Ucrânia e a elevação das taxas de juros, os investimentos desaceleraram em todo o mundo, o que pode afetar os resultados dessas grandes empresas no curto e médio prazo com um crescimento mais tímido do e-commerce brasileiro”, afirma o Head de Marketing da Magis5, Vinícius Ribeiro
Ainda assim, as empresas passaram por experiências positivas, inclusive quando avaliado a competição com a reabertura das lojas físicas. A Magalu, por exemplo, apresentou um crescimento de 13% trimestral, com intensa participação no e-commerce.
Mesmo após a reabertura das lojas físicas em todo o território brasileiro, que historicamente sempre foi o ponto forte desde o início da empresa, as vendas on-line representam mais de 72% de todas as vendas da empresa, número que até 2020 representava somente 53% de todas as vendas.
Nos últimos 2 anos, a Magalu cresceu cerca de 149% no número de vendas on-line, sendo o principal motor de crescimento acelerado do e-commerce, com 36% das vendas e cerca de 180 mil sellers vendendo de forma legal e formal.
O Mercado Livre, principal player do e-commerce nacional, apresentou um crescimento de GMV (métrica que se aplica ao varejo on-line que ajuda as empresas a identificarem quanto de receita foi gerado pelos seus canais digitais em um período específico) de 32%.
Com a ampliação da malha logística e a estratégia de ampliar o portfólio de produtos, a empresa também investiu no fortalecimento da sua fintech Mercado Envios, conseguindo manter resultados consistentes mesmo com a economia mundial não convergindo a favor disso.
Chama a atenção que, apesar do cenário macroeconômico desfavorável, as pessoas passaram a comprar artigos que não eram usuais e que eram adquiridos somente em estabelecimentos físicos.
Categorias como farmácia, supermercado, itens básicos de higiene e beleza entraram no rol de produtos cada vez mais presentes, e até mesmo roupas tiveram um crescimento no e-commerce.
O CEO da Magis5, Claudio Dias, reforça a ideia: “essas tendências, o atual cenário e as mudanças no comportamento do consumidor já refletem no comércio eletrônico brasileiro”.
Com informações Engenharia de Comunicação e Magis5
CONBCON 2022: Inscrições abertas do Congresso de Contabilidade
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Jornalista
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