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Empreender
15/01/2023 11:00:03
3,3 mil acessos
Luis Quintero/Pexels
Nos últimos cinco anos, 4,2 milhões de pessoas deixaram o Brasil para viver no exterior.
Pensando nisso, a revista americana International Living divulgou um ranking que mostra os lugares mais baratos do mundo para morar e com impostos mais baixos para quem deseja abrir um pequeno negócio.
De acordo com a editora executiva da International Living, Jennifer Stevens, as classificações são geradas com um contexto do mundo real em mente, com informações de pessoas que vivem e passam tempo nesses lugares.
Entre os fatores considerados para o índice estão custo de vida, clima, vistos, impostos, moradia e saúde. Confira quais são.
Lagos, Vilamoura e Tavira – Portugal
Portugal foi eleito o melhor país para se viver. As opções de visto tornam a permanência por lá de longo prazo relativamente fácil.
Grandes cidades como Lisboa e Porto vão custar mais. Em cidades menores, as ofertas de imóveis são consideravelmente mais em conta. Já o preço da moradia é o custo mais elevado de Portugal.
Cidades históricas e turísticas, como Lagos, Vilamoura e Tavira, apresentam boas opções de moradia com aluguéis de até R$ 2 mil. O custo médio para alimentação de um casal é de R$ 800 por mês.
Além disso, qualquer investidor estrangeiro pode empreender no país, o que estimula o empreendedorismo e oferece incentivos a investidores estrangeiros.
Assim como no resto do mundo, o setor de tecnologia anda aquecido por lá, mas também é interessante empreender na área alimentícia, turística, beleza, publicidade e tantos outros.
Chapala – México
O Lago Chapala está localizado em uma região montanhosa. Os municípios do entorno do Chapala têm uma das maiores comunidades de americanos do México, integrada em sua maior parte por pessoas da terceira idade.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Migração mexicano, 7 mil estrangeiros vivem na região, sobretudo no município de Ajijic, onde falar inglês é praticamente obrigatório para se comunicar bem. No inverno, milhares de americanos e canadenses fogem do frio e se refugiam na cidade. Por isso, a presença constante da moeda americana na região valoriza o setor de comércio e serviços da região.
Para aqueles que desejam viver com muito conforto, com um orçamento de R$ 10 mil, uma família estaria vivendo bem, jantando fora o tempo todo, morando em uma casa de alto padrão e com dinheiro suficiente para viajar quando quisesse, segundo o levantamento da International Living.
Panamá
O Panamá pontua bem em todos os aspectos – está abaixo da zona de furacões e tem ótimas opções de visto que permitem que expatriados fixem residência no país com benefícios que incluem incentivos fiscais e descontos.
A saúde no país é de primeira linha – especialmente na cidade – e você pode morar na praia e estar a apenas uma hora de uma metrópole de verdade.
O clima é quente o ano todo e embora o Panamá use o dólar americano, por lá os moradores não sentem a inflação da mesma forma que nos Estados Unidos, pois mesmo que os preços subam, eles ainda são uma fração do que se paga em território americano.
Panama City, Coronado e Boquete são as mais indicadas. A capital mistura arranha-céus e bairros arborizados. Coronado possui vasto complexo residencial que atende a quase todas as necessidades dos expatriados. Boquete é uma cidade montanhosa panamenha.
Um orçamento de R$ 7 mil por mês permite que qualquer família viva confortavelmente em qualquer lugar do país, sendo que em áreas rurais esse valor seria ainda mais baixo.
Equador
Pouco cotado por expatriados, o Equador oferece boas conveniências da vida moderna, incluindo internet de fibra ótica de alta velocidade, dólar americano, clima temperado, bom transporte público e assistência médica e moradia acessíveis.
As maiores comunidades de expatriados estão em Salinas, com suas praias repletas de condomínios modernos; Cotacachi, uma pequena e sonolenta vila onde os artesãos fazem de tudo, desde artigos de couro até ponchos de alpaca; Cuenca, a moderna cidade turística andina que é o centro cultural do Equador, onde a música, a arte e a arquitetura ao estilo de Nova Orleans atraem visitantes de todo o mundo.
De acordo com o ranking, existem poucos lugares no mundo onde o custo de vida é tão acessível quanto no Equador. É possível alugar uma boa casa em uma praia da Costa do Pacífico em um condomínio com excelentes vistas dos Andes por cerca de R$ 2 mil.
Costa Rica
Com um custo de vida mais baixo, facilidade de ir e vir para a América do Norte e assistência médica acessível, a Costa Rica tem zonas climáticas bem demarcadas e centenas de microclimas com clima quente, praias tropicais e selvas verdejantes.
Um casal pode viver confortavelmente por aproximadamente R$ 8 mil por mês. Isso inclui alugar uma casa em condomínio com duas suítes, ar-condicionado, além de alimentação, entretenimento, transporte e assistência médica.
Com informações da International Living
Nos últimos cinco anos, 4,2 milhões de pessoas deixaram o Brasil para viver no exterior.
Pensando nisso, a revista americana International Living divulgou um ranking que mostra os lugares mais baratos do mundo para morar e com impostos mais baixos para quem deseja abrir um pequeno negócio.
De acordo com a editora executiva da International Living, Jennifer Stevens, as classificações são geradas com um contexto do mundo real em mente, com informações de pessoas que vivem e passam tempo nesses lugares.
Entre os fatores considerados para o índice estão custo de vida, clima, vistos, impostos, moradia e saúde. Confira quais são.
Portugal foi eleito o melhor país para se viver. As opções de visto tornam a permanência por lá de longo prazo relativamente fácil.
Grandes cidades como Lisboa e Porto vão custar mais. Em cidades menores, as ofertas de imóveis são consideravelmente mais em conta. Já o preço da moradia é o custo mais elevado de Portugal.
Cidades históricas e turísticas, como Lagos, Vilamoura e Tavira, apresentam boas opções de moradia com aluguéis de até R$ 2 mil. O custo médio para alimentação de um casal é de R$ 800 por mês.
Além disso, qualquer investidor estrangeiro pode empreender no país, o que estimula o empreendedorismo e oferece incentivos a investidores estrangeiros.
Assim como no resto do mundo, o setor de tecnologia anda aquecido por lá, mas também é interessante empreender na área alimentícia, turística, beleza, publicidade e tantos outros.
O Lago Chapala está localizado em uma região montanhosa. Os municípios do entorno do Chapala têm uma das maiores comunidades de americanos do México, integrada em sua maior parte por pessoas da terceira idade.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Migração mexicano, 7 mil estrangeiros vivem na região, sobretudo no município de Ajijic, onde falar inglês é praticamente obrigatório para se comunicar bem. No inverno, milhares de americanos e canadenses fogem do frio e se refugiam na cidade. Por isso, a presença constante da moeda americana na região valoriza o setor de comércio e serviços da região.
Para aqueles que desejam viver com muito conforto, com um orçamento de R$ 10 mil, uma família estaria vivendo bem, jantando fora o tempo todo, morando em uma casa de alto padrão e com dinheiro suficiente para viajar quando quisesse, segundo o levantamento da International Living.
O Panamá pontua bem em todos os aspectos – está abaixo da zona de furacões e tem ótimas opções de visto que permitem que expatriados fixem residência no país com benefícios que incluem incentivos fiscais e descontos.
A saúde no país é de primeira linha – especialmente na cidade – e você pode morar na praia e estar a apenas uma hora de uma metrópole de verdade.
O clima é quente o ano todo e embora o Panamá use o dólar americano, por lá os moradores não sentem a inflação da mesma forma que nos Estados Unidos, pois mesmo que os preços subam, eles ainda são uma fração do que se paga em território americano.
Panama City, Coronado e Boquete são as mais indicadas. A capital mistura arranha-céus e bairros arborizados. Coronado possui vasto complexo residencial que atende a quase todas as necessidades dos expatriados. Boquete é uma cidade montanhosa panamenha.
Um orçamento de R$ 7 mil por mês permite que qualquer família viva confortavelmente em qualquer lugar do país, sendo que em áreas rurais esse valor seria ainda mais baixo.
Pouco cotado por expatriados, o Equador oferece boas conveniências da vida moderna, incluindo internet de fibra ótica de alta velocidade, dólar americano, clima temperado, bom transporte público e assistência médica e moradia acessíveis.
As maiores comunidades de expatriados estão em Salinas, com suas praias repletas de condomínios modernos; Cotacachi, uma pequena e sonolenta vila onde os artesãos fazem de tudo, desde artigos de couro até ponchos de alpaca; Cuenca, a moderna cidade turística andina que é o centro cultural do Equador, onde a música, a arte e a arquitetura ao estilo de Nova Orleans atraem visitantes de todo o mundo.
De acordo com o ranking, existem poucos lugares no mundo onde o custo de vida é tão acessível quanto no Equador. É possível alugar uma boa casa em uma praia da Costa do Pacífico em um condomínio com excelentes vistas dos Andes por cerca de R$ 2 mil.
Com um custo de vida mais baixo, facilidade de ir e vir para a América do Norte e assistência médica acessível, a Costa Rica tem zonas climáticas bem demarcadas e centenas de microclimas com clima quente, praias tropicais e selvas verdejantes.
Um casal pode viver confortavelmente por aproximadamente R$ 8 mil por mês. Isso inclui alugar uma casa em condomínio com duas suítes, ar-condicionado, além de alimentação, entretenimento, transporte e assistência médica.
Com informações da International Living
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Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Instagram: @daniellenader
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