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CELULAR CORPORATIVO
12/03/2023 09:00:02
291 acessos
Os provedores de serviços de telecomunicações notaram um crescimento de 50% em clientes de telefones comerciais no ano passado. O resultado mostra que as empresas voltaram a investir em celulares corporativos aos funcionários.
O CFO da T-Mobile, Peter Osvaldik, disse, durante uma conferência na última semana, que a contagem de clientes corporativos de sua empresa cresceu em todos os trimestres de 2022.
Compliance
Além disso, as novas políticas de compliance e uso das redes sociais podem ter impulsionado esse aumento.
No final do ano passado, o congresso americano, juntamente com vários estados, proibiu o TikTok, de propriedade da China, dos dispositivos de funcionários do governo com preocupações sobre a segurança nacional. Isso coloca as organizações na posição de exigir que seus funcionários removam aplicativos de telefones pessoais ou de oferecer um segundo dispositivo seguro.
As empresas, especialmente as financeiras, estão cada vez mais preocupadas com a segurança de seus dados e os órgãos reguladores dos EUA intensificaram o processo de controle sobre comunicação privada não autorizada em aplicativos como o WhatsApp e e-mail pessoal.
Os telefones são mais do que apenas um privilégio corporativo, disse a analista da Gartner, Lisa Pierce. “Também se trata de controle” – um meio de restringir ou bloquear aplicativos e manter os dados corporativos seguros, afirmou ela.
Esse segundo dispositivo ajuda a explicar como as operadoras sem fio acumulam milhões de novos assinantes muito depois da época em que o mercado móvel passou por uma saturação, com quase todos os adultos nos Estados Unidos possuindo pelo menos um telefone.
Celular corporativo
O aumento do uso do celular corporativo ocorre mais de uma década depois que a necessidade de aparelhos dedicados ao trabalho começou a diminuir.
Isso porque, na época, os telefones ficaram mais inteligentes e novos aplicativos puderam isolar atividades de trabalho e lazer. Então, ter um segundo celular era um custo desnecessário para as grandes empresas.
Agora, esse cenário muda novamente para preservar a segurança de dados das empresas.
Saiba mais: Direito à desconexão: saiba o que é e como as empresas devem agir
Os provedores de serviços de telecomunicações notaram um crescimento de 50% em clientes de telefones comerciais no ano passado. O resultado mostra que as empresas voltaram a investir em celulares corporativos aos funcionários.
O CFO da T-Mobile, Peter Osvaldik, disse, durante uma conferência na última semana, que a contagem de clientes corporativos de sua empresa cresceu em todos os trimestres de 2022.
Além disso, as novas políticas de compliance e uso das redes sociais podem ter impulsionado esse aumento.
No final do ano passado, o congresso americano, juntamente com vários estados, proibiu o TikTok, de propriedade da China, dos dispositivos de funcionários do governo com preocupações sobre a segurança nacional. Isso coloca as organizações na posição de exigir que seus funcionários removam aplicativos de telefones pessoais ou de oferecer um segundo dispositivo seguro.
As empresas, especialmente as financeiras, estão cada vez mais preocupadas com a segurança de seus dados e os órgãos reguladores dos EUA intensificaram o processo de controle sobre comunicação privada não autorizada em aplicativos como o WhatsApp e e-mail pessoal.
Os telefones são mais do que apenas um privilégio corporativo, disse a analista da Gartner, Lisa Pierce. “Também se trata de controle” – um meio de restringir ou bloquear aplicativos e manter os dados corporativos seguros, afirmou ela.
Esse segundo dispositivo ajuda a explicar como as operadoras sem fio acumulam milhões de novos assinantes muito depois da época em que o mercado móvel passou por uma saturação, com quase todos os adultos nos Estados Unidos possuindo pelo menos um telefone.
O aumento do uso do celular corporativo ocorre mais de uma década depois que a necessidade de aparelhos dedicados ao trabalho começou a diminuir.
Isso porque, na época, os telefones ficaram mais inteligentes e novos aplicativos puderam isolar atividades de trabalho e lazer. Então, ter um segundo celular era um custo desnecessário para as grandes empresas.
Agora, esse cenário muda novamente para preservar a segurança de dados das empresas.
Saiba mais: Direito à desconexão: saiba o que é e como as empresas devem agir
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Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Instagram: @daniellenader
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