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ECONOMIA
17/03/2023 09:45:05
5,8 mil acessos
Instituições financeiras como Bradesco, Itaú, Pagbank, Daycoval, PAN e algumas outras anunciaram a suspensão das linhas de crédito consignado para aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) .
Isso aconteceu após o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) reduzir as taxas máximas de juros da modalidade de 2,14% para 1,70%.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos afirmam que não têm condições de pagar os custos de captação de clientes com as novas taxas determinadas pelo órgão ligado ao Ministério da Previdência.
Atualmente, 89% do consignado de aposentados do INSS é concedido por bancos privados. Caixa e Banco do Brasil atuam em 11% e já cobravam taxas acima dos 1,70% definidos como teto na última segunda-feira (13).
No começo da semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repreendeu ministros e integrantes do governo que tomam decisões sem consultar a Casa Civil.
O Ministério da Fazenda, Fernando Haddad, alertou a Previdência Social, antes da reunião de segunda, de que a decisão seria um tiro no pé: ao invés de ampliar a oferta de crédito, iria reduzir as linhas do consignado.
Com informações Agência O Globo
Instituições financeiras como Bradesco, Itaú, Pagbank, Daycoval, PAN e algumas outras anunciaram a suspensão das linhas de crédito consignado para aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) .
Isso aconteceu após o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) reduzir as taxas máximas de juros da modalidade de 2,14% para 1,70%.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos afirmam que não têm condições de pagar os custos de captação de clientes com as novas taxas determinadas pelo órgão ligado ao Ministério da Previdência.
Atualmente, 89% do consignado de aposentados do INSS é concedido por bancos privados. Caixa e Banco do Brasil atuam em 11% e já cobravam taxas acima dos 1,70% definidos como teto na última segunda-feira (13).
No começo da semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repreendeu ministros e integrantes do governo que tomam decisões sem consultar a Casa Civil.
O Ministério da Fazenda, Fernando Haddad, alertou a Previdência Social, antes da reunião de segunda, de que a decisão seria um tiro no pé: ao invés de ampliar a oferta de crédito, iria reduzir as linhas do consignado.
Com informações Agência O Globo
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