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RECUPERAÇÃO JUDICIAL
01/05/2023 12:00:05
1,4 mil acessos
 ESG: como a tecnologia pode ajudar a reduzir os pedidos de recuperação judicial?

Nos últimos anos, o tema da ESG (Environmental, Social, and corporate Governance, em inglês) tem ganhado cada vez mais destaque no mundo empresarial. A sigla, que se refere às práticas ambientais, sociais e de governança corporativa em português, tem sido utilizada por empresas que buscam se destacar em meio à crescente demanda por soluções sustentáveis e responsáveis.

No entanto, além de ser uma questão de imagem e reputação, o ESG também pode ter um impacto direto nos resultados financeiros das empresas. É o que mostram os dados recentes sobre recuperação judicial no Brasil: segundo o Serasa Experian, em 2022 houve um aumento de 31,7% nos pedidos de recuperação judicial em relação ao ano anterior. Em um cenário em que a pandemia de COVID-19 ainda afeta a economia do país, é fundamental que as empresas encontrem formas de se adaptar e se proteger.

Nesse contexto, a tecnologia pode ser uma aliada importante para reduzir os riscos de recuperação judicial. Por meio de soluções digitais e inovadoras, as empresas podem aprimorar seus processos de gestão e mitigar os impactos de eventuais crises.

Educação financeira e transparência

Um dos principais desafios das empresas em relação ao ESG é a transparência e a prestação de contas. Muitas vezes, os stakeholders – incluindo clientes, fornecedores e investidores – demandam informações precisas e confiáveis sobre a gestão financeira e os impactos socioambientais das empresas.

Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma ferramenta importante para promover a educação financeira e a transparência. Por meio de plataformas digitais e aplicativos móveis, as empresas podem disponibilizar informações atualizadas sobre seus resultados, políticas de sustentabilidade e práticas de governança. Além disso, é possível utilizar ferramentas de análise de dados para identificar riscos e oportunidades e tomar decisões mais assertivas.

Educação a distância e capacitação de colaboradores

Outro aspecto fundamental do ESG é a capacitação dos colaboradores e o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais. Para que as empresas possam implementar práticas sustentáveis e inovadoras, é necessário contar com uma equipe engajada e capacitada.

Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma aliada importante para promover a educação a distância e a capacitação dos colaboradores. Por meio de plataformas digitais de ensino, as empresas podem oferecer treinamentos e cursos online sobre temas relevantes, como gestão financeira, sustentabilidade e governança corporativa. Além disso, é possível utilizar ferramentas de gamificação e realidade virtual para tornar a aprendizagem mais lúdica e envolvente.

Moderador independente em focus groups

Um terceiro aspecto importante do ESG é a participação dos stakeholders e a promoção do diálogo aberto e transparente. Para que as empresas possam compreender as demandas e expectativas de seus públicos, é fundamental realizar pesquisas e focus groups que permitam a coleta de feedback e a identificação de oportunidades de melhoria.Nesse sentido, é importante que os focus groups sejam moderados por um profissional independente e imparcial, que possa garantir a participação de todos os stakeholders e a promoção do diálogo aberto e transparente. Essa prática é fundamental para que as empresas possam compreender as demandas e expectativas de seus públicos, identificar oportunidades de melhoria e tomar decisões mais assertivas.

Além disso, a tecnologia pode ser uma aliada importante na realização de focus groups e pesquisas de opinião. Por meio de plataformas digitais e ferramentas de análise de dados, as empresas podem coletar informações precisas e confiáveis sobre a percepção dos stakeholders e identificar tendências e padrões relevantes.

No entanto, é importante lembrar que a objetividade perfeita pode ser considerada um conceito impossível, e que a concepção crítica pode ser um caminho mais viável na busca pela compreensão dos fenômenos sociais. Por isso, é importante que as empresas adotem uma postura aberta e reflexiva em relação aos resultados das pesquisas e focus groups, buscando sempre aprimorar suas práticas e processos de gestão.

Nos últimos anos, o tema da ESG (Environmental, Social, and corporate Governance, em inglês) tem ganhado cada vez mais destaque no mundo empresarial. A sigla, que se refere às práticas ambientais, sociais e de governança corporativa em português, tem sido utilizada por empresas que buscam se destacar em meio à crescente demanda por soluções sustentáveis e responsáveis.
No entanto, além de ser uma questão de imagem e reputação, o ESG também pode ter um impacto direto nos resultados financeiros das empresas. É o que mostram os dados recentes sobre recuperação judicial no Brasil: segundo o Serasa Experian, em 2022 houve um aumento de 31,7% nos pedidos de recuperação judicial em relação ao ano anterior. Em um cenário em que a pandemia de COVID-19 ainda afeta a economia do país, é fundamental que as empresas encontrem formas de se adaptar e se proteger.
Nesse contexto, a tecnologia pode ser uma aliada importante para reduzir os riscos de recuperação judicial. Por meio de soluções digitais e inovadoras, as empresas podem aprimorar seus processos de gestão e mitigar os impactos de eventuais crises.
Um dos principais desafios das empresas em relação ao ESG é a transparência e a prestação de contas. Muitas vezes, os stakeholders – incluindo clientes, fornecedores e investidores – demandam informações precisas e confiáveis sobre a gestão financeira e os impactos socioambientais das empresas.
Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma ferramenta importante para promover a educação financeira e a transparência. Por meio de plataformas digitais e aplicativos móveis, as empresas podem disponibilizar informações atualizadas sobre seus resultados, políticas de sustentabilidade e práticas de governança. Além disso, é possível utilizar ferramentas de análise de dados para identificar riscos e oportunidades e tomar decisões mais assertivas.
Outro aspecto fundamental do ESG é a capacitação dos colaboradores e o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais. Para que as empresas possam implementar práticas sustentáveis e inovadoras, é necessário contar com uma equipe engajada e capacitada.
Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma aliada importante para promover a educação a distância e a capacitação dos colaboradores. Por meio de plataformas digitais de ensino, as empresas podem oferecer treinamentos e cursos online sobre temas relevantes, como gestão financeira, sustentabilidade e governança corporativa. Além disso, é possível utilizar ferramentas de gamificação e realidade virtual para tornar a aprendizagem mais lúdica e envolvente.
Um terceiro aspecto importante do ESG é a participação dos stakeholders e a promoção do diálogo aberto e transparente. Para que as empresas possam compreender as demandas e expectativas de seus públicos, é fundamental realizar pesquisas e focus groups que permitam a coleta de feedback e a identificação de oportunidades de melhoria.Nesse sentido, é importante que os focus groups sejam moderados por um profissional independente e imparcial, que possa garantir a participação de todos os stakeholders e a promoção do diálogo aberto e transparente. Essa prática é fundamental para que as empresas possam compreender as demandas e expectativas de seus públicos, identificar oportunidades de melhoria e tomar decisões mais assertivas.
Além disso, a tecnologia pode ser uma aliada importante na realização de focus groups e pesquisas de opinião. Por meio de plataformas digitais e ferramentas de análise de dados, as empresas podem coletar informações precisas e confiáveis sobre a percepção dos stakeholders e identificar tendências e padrões relevantes.
No entanto, é importante lembrar que a objetividade perfeita pode ser considerada um conceito impossível, e que a concepção crítica pode ser um caminho mais viável na busca pela compreensão dos fenômenos sociais. Por isso, é importante que as empresas adotem uma postura aberta e reflexiva em relação aos resultados das pesquisas e focus groups, buscando sempre aprimorar suas práticas e processos de gestão.
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