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ARTIGO DE TECNOLOGIA
27/06/2023 13:30:06

Você está apto à uma vaga de tributarista?

Estive divulgando o curso de MBA do qual sou coordenador juntamente com a Profa. Gisleise Nogueira em alguns eventos. 

Algumas pessoas que assistem aos eventos ficam intrigadas com a minha formação acadêmica. Ocorre que para atuar no ramo tributário, sem se responsabilizar por auditoria, não é exigida formação em Ciências Contábeis.  

Muito além disso, o mercado corporativo tem olhado menos para as formações acadêmicas e muito mais para a especialização das pessoas que se candidatam às vagas.

Fiz uma amostra de pesquisa, muitíssimo restrita, na rede social LinkedIn. Aleatoriamente comparei três vagas ofertadas com três pessoas que estavam procurando ocupação. Obviamente que são pessoas entre as minhas 17 mil conexões na rede. 

Ao fazer a comparação dos requisitos e das habilidades, me perdoem os profissionais de Recursos Humanos por não usar os termos atualizados, percebi que apenas uma pessoa poderia ocupar uma das vagas. Fui rigoroso e preciso, tipo “cara-crachá”. Talvez rigoroso demais, mas foi o método aplicado.

Expliquei isso em um desses eventos que participei. A surpresa da plateia foi inversa à minha. A qualificação está em segundo plano em relação à capacidade de entregar o resultado do trabalho. Aquilo que produzimos, entregamos qualificadamente e aplicamos um esmero como gostaríamos de receber faz a diferença. 

Não importa se foi produzido por uma advogada, contadora, analistas de sistemas ou atuária, importa que foi entregue no prazo, completo e que oferecerá suporte à tomada de decisão ou evitará riscos e multas no âmbito tributário.

Sou do tempo que uma pessoa deveria ter datilografia para ter uma oportunidade. Atualmente ninguém quer saber se você usa dois ou dez dedos ao escrever, desde que entregue satisfatoriamente o lhe fora encomendado. 

A tecnologia auxilia pessoas que não falam outras línguas. Todavia em uma reunião com estrangeiros ou para se candidatar à vagas fora do país será necessário dominar outro idioma.

A tecnologia permite gerar vários gráficos e escalas. Normalmente os valores segregados, pormenorizados e sumarizados estarão numa ferramenta a partir dos dados do Big Data fiscal. 

A tecnologia dá conta de gerar e disponibilizar informações, bem como fazer simulações. Já a interpretação dos resultados é trabalho para humanos. 

O que as empresas estão em busca é de profissionais que tenham habilidades para além das duas faces da moeda tributário-tecnologia. Ter ao menos habilidades para atender esses recursos já coloca muitas pessoas na ponta da fila. 

Não é desvalorização da classe contábil, pelo contrário, é alargar a empregabilidade de profissionais que estão atuando restritamente. Os contadores e contadoras são profissionais raros quando investem na busca de conhecimentos tecnológicos. Já os profissionais de T.I. também podem avançar na sua atuação para prestar consultoria em projetos fiscais e tributários. 

Estou realmente convencido que os profissionais que alargarem os seus conhecimentos, independentemente da formação original, serão mais desejados pelo mercado. Vejo no meu dia a dia quantos profissionais perdem oportunidades dentro das próprias empresas em que atuam por não estarem preparados.

Teve curiosidade sobre as vagas? Não considere o requisito específico do sistema mencionado e verifique se você poderia se candidatar neste cenário:

Sobre a Posição

  • Análise e definição de solicitações de alteração do produto XYZ do módulo escrita Fiscal (melhorias e alterações legais), notificações de erros (bugs) de níveis simples;
  • Suportar equipe de tecnologia e agentes de suportes em dúvidas de produto e/ou análises feitas;
  • Verificar mudanças nos informativos nos âmbitos municipal, estadual e federal que possam impactar os produtos quando necessário.

Sobre Você

  • Formação superior completa/cursando em Ciências Contábeis ou áreas correlatas;
  • Experiência com o sistema XYZ (módulo escrita Fiscal)
  • Conhecimento em processos de escrita fiscal;
  • Experiência prévia em sistemas e tecnologia.

Se você atende aos requisitos, poderá me procurar no LinkedIn. Tenho publicado algumas vagas interessantes. Estou no LinkedIn e no Instagram. Me procure por @mauronegruni será um prazer aprender, discutir e trocar informações sobre o tema das escriturações e obter sugestões sobre os temas relacionados ao uso da tecnologia no ambiente da contabilidade tributária.

Estive divulgando o curso de MBA do qual sou coordenador juntamente com a Profa. Gisleise Nogueira em alguns eventos. 
Algumas pessoas que assistem aos eventos ficam intrigadas com a minha formação acadêmica. Ocorre que para atuar no ramo tributário, sem se responsabilizar por auditoria, não é exigida formação em Ciências Contábeis.  
Muito além disso, o mercado corporativo tem olhado menos para as formações acadêmicas e muito mais para a especialização das pessoas que se candidatam às vagas.
Fiz uma amostra de pesquisa, muitíssimo restrita, na rede social LinkedIn. Aleatoriamente comparei três vagas ofertadas com três pessoas que estavam procurando ocupação. Obviamente que são pessoas entre as minhas 17 mil conexões na rede. 
Ao fazer a comparação dos requisitos e das habilidades, me perdoem os profissionais de Recursos Humanos por não usar os termos atualizados, percebi que apenas uma pessoa poderia ocupar uma das vagas. Fui rigoroso e preciso, tipo “cara-crachá”. Talvez rigoroso demais, mas foi o método aplicado.
Expliquei isso em um desses eventos que participei. A surpresa da plateia foi inversa à minha. A qualificação está em segundo plano em relação à capacidade de entregar o resultado do trabalho. Aquilo que produzimos, entregamos qualificadamente e aplicamos um esmero como gostaríamos de receber faz a diferença. 
Não importa se foi produzido por uma advogada, contadora, analistas de sistemas ou atuária, importa que foi entregue no prazo, completo e que oferecerá suporte à tomada de decisão ou evitará riscos e multas no âmbito tributário.
Sou do tempo que uma pessoa deveria ter datilografia para ter uma oportunidade. Atualmente ninguém quer saber se você usa dois ou dez dedos ao escrever, desde que entregue satisfatoriamente o lhe fora encomendado. 
A tecnologia auxilia pessoas que não falam outras línguas. Todavia em uma reunião com estrangeiros ou para se candidatar à vagas fora do país será necessário dominar outro idioma.
A tecnologia permite gerar vários gráficos e escalas. Normalmente os valores segregados, pormenorizados e sumarizados estarão numa ferramenta a partir dos dados do Big Data fiscal. 
A tecnologia dá conta de gerar e disponibilizar informações, bem como fazer simulações. Já a interpretação dos resultados é trabalho para humanos. 
O que as empresas estão em busca é de profissionais que tenham habilidades para além das duas faces da moeda tributário-tecnologia. Ter ao menos habilidades para atender esses recursos já coloca muitas pessoas na ponta da fila. 
Não é desvalorização da classe contábil, pelo contrário, é alargar a empregabilidade de profissionais que estão atuando restritamente. Os contadores e contadoras são profissionais raros quando investem na busca de conhecimentos tecnológicos. Já os profissionais de T.I. também podem avançar na sua atuação para prestar consultoria em projetos fiscais e tributários. 
Estou realmente convencido que os profissionais que alargarem os seus conhecimentos, independentemente da formação original, serão mais desejados pelo mercado. Vejo no meu dia a dia quantos profissionais perdem oportunidades dentro das próprias empresas em que atuam por não estarem preparados.
Teve curiosidade sobre as vagas? Não considere o requisito específico do sistema mencionado e verifique se você poderia se candidatar neste cenário:
Sobre a Posição
Sobre Você
Se você atende aos requisitos, poderá me procurar no LinkedIn. Tenho publicado algumas vagas interessantes. Estou no LinkedIn e no Instagram. Me procure por @mauronegruni será um prazer aprender, discutir e trocar informações sobre o tema das escriturações e obter sugestões sobre os temas relacionados ao uso da tecnologia no ambiente da contabilidade tributária.
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Mestre em valoração de intangíveis na Indústria Criativa e professor de malhas e escrituração digital. É também consultor, palestrante, gestor do blog Mauro Negruni e autor da coluna Conversa Tributária. Em seus mais de 35 anos atuando no setor fiscal e tributário, é considerado um dos maiores especialistas no Sistema Público de Escrituração Digital no país e permanece como membro do GT de empresas piloto desde o seu início.
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