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ECONOMIA
21/06/2023 14:30:07
pxhere O Brasil ficou em 60º em um ranking mundial de competitividade econômica global, avaliado na pesquisa da edição de 2023 do Anuário de Competitividade Mundial do IMD (Instituto Internacional de Desenvolvimento Gerencial, da sigla em inglês), divulgada na semana passada.
O ranking analisa a situação de 64 países e o Brasil só ficou à frente da África do Sul, Mongólia, Argentina e Venezuela. No ano passado, o Brasil estava em 59º de 63 países analisados.
Esta é a 35ª edição do relatório produzido pelo IMD. No Brasil, a pesquisa de opinião e a coleta de dados estatísticos estão sob responsabilidade da Fundação Dom Cabral.
A Europa lidera o ranking com Dinarmarca, Irlanda e Suíça no topo da lista. Em quarto lugar, aparece Singapura e, em quinto, Holanda.
A Irlanda foi um dos principais destaques do ano. O país subiu da 11ª posição no ano passado para segunda neste ano. Outros destaques são a Indonésia que registra o maior aumento (de 44ª para 34ª) e a Letônia a maior queda (de 35ª para 51ª). Neste ano, o Kuwait entrou no ranking em 38º lugar.
Os países no topo do ranking são os que têm boas condições de crescimento próspero. Os países mais baixos do ranking são aqueles que apresentam problemas institucionais e/ou estruturais ainda não resolvidos e que os impedem de progredir de maneira contínua.
O Brasil ficou nas últimas posições do ranking nos últimos cinco anos. A melhor colocação foi em 2020, quando ficou em 56º lugar. A pesquisa avalia eficiência nos negócios, desempenho econômico, infraestrutura e eficiência do governo.
Desafios do país
Segundo a pesquisa, o Brasil enfrenta alguns desafios que impactam sua posição, como a aprovação da reforma tributária e do marco fiscal, melhoria no acesso à educação, investimento em novos empregos e mais.
Confira o ranking completo:
- Dinamarca
- Irlanda
- Suíça
- Cingapura
- Holanda
- Taiwan, China
- Região Administrativa Especial de Hong Kong
- Suécia
- EUA
- Emirados Árabes Unidos
- Finlândia
- Catar
- Bélgica
- Noruega
- Canadá
- Islândia
- Arábia Saudita
- República Checa
- Austrália
- Luxemburgo
- China
- Alemanha
- Israel
- Áustria
- Bahrein
- Estônia
- Malásia
- Representante da Coreia
- Reino Unido
- tailândia
- Nova Zelândia
- Lituânia
- França
- Indonésia
- Japão
- Espanha
- Cazaquistão
- Kuwait
- Portugal
- Índia
- Itália
- Eslovênia
- Polônia
- Chile
- Chipre
- Hungria
- Peru
- Romênia
- Grécia
- Croácia
- Letônia
- Filipinas
- República Eslovaca
- Jordânia
- Peru
- México
- Bulgária
- Colômbia
- Botsuana
- Brasil
- África do Sul
- Mongólia
- Argentina
- Venezuela
Com informações adaptadas UOL
O Brasil ficou em 60º em um ranking mundial de competitividade econômica global, avaliado na pesquisa da edição de 2023 do Anuário de Competitividade Mundial do IMD (Instituto Internacional de Desenvolvimento Gerencial, da sigla em inglês), divulgada na semana passada.
O ranking analisa a situação de 64 países e o Brasil só ficou à frente da África do Sul, Mongólia, Argentina e Venezuela. No ano passado, o Brasil estava em 59º de 63 países analisados.
Esta é a 35ª edição do relatório produzido pelo IMD. No Brasil, a pesquisa de opinião e a coleta de dados estatísticos estão sob responsabilidade da Fundação Dom Cabral.
A Europa lidera o ranking com Dinarmarca, Irlanda e Suíça no topo da lista. Em quarto lugar, aparece Singapura e, em quinto, Holanda.
A Irlanda foi um dos principais destaques do ano. O país subiu da 11ª posição no ano passado para segunda neste ano. Outros destaques são a Indonésia que registra o maior aumento (de 44ª para 34ª) e a Letônia a maior queda (de 35ª para 51ª). Neste ano, o Kuwait entrou no ranking em 38º lugar.
Os países no topo do ranking são os que têm boas condições de crescimento próspero. Os países mais baixos do ranking são aqueles que apresentam problemas institucionais e/ou estruturais ainda não resolvidos e que os impedem de progredir de maneira contínua.
O Brasil ficou nas últimas posições do ranking nos últimos cinco anos. A melhor colocação foi em 2020, quando ficou em 56º lugar. A pesquisa avalia eficiência nos negócios, desempenho econômico, infraestrutura e eficiência do governo.
Segundo a pesquisa, o Brasil enfrenta alguns desafios que impactam sua posição, como a aprovação da reforma tributária e do marco fiscal, melhoria no acesso à educação, investimento em novos empregos e mais.
Com informações adaptadas UOL
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