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GESTÃO
28/04/2022 16:30:02
668 acessos
Pexels
Com a projeção de alcançar uma movimentação de US$ 33,3 bilhões em 2025 (de acordo com estudos da Markets and Markets), o mercado de Business Intelligence (BI) continua em expansão.
Os números comprovam: a 32ª Edição da Pesquisa Anual do Uso de TI, realizada pela fundação Getúlio Vargas – FGV, com 2.636 médias e grandes empresas brasileiras, mostra que projetos focados em Inteligência Analítica (Analytics), incluindo BI, BA e CRM, e ERP, estão no topo das prioridades de TI das empresas.
E o uso do Business Intelligence vem se expandindo em divisões corporativas que até recentemente não eram beneficiadas por ferramentas desse tipo, como áreas de humanas (Recursos Humanos) e criação (Marketing).
Em um cenário de transformação digital, onde dados são considerados o novo petróleo, o acesso a informações gerenciais, de forma organizada e parametrizada, empodera diferentes áreas de negócios, que passam a contar com relatórios dinâmicos, previsões e diversos outros indicadores, agilizando a tomada de decisões e otimizando o desempenho de forma geral.
Engana-se quem pensa que o BI perdeu espaço para outras tecnologias de análise de dados. Ao contrário, foi incrementado com recursos de Inteligência Artificial (AI), Programação Neurolinguística (PNL) e Aprendizado de Máquina (ML), ampliando significativamente a capacidade de processamento e tratamento de dados de diferentes fontes internas (dados corporativos) ou externas (como pesquisas de mercado).
Cada vez mais conectadas, as empresas entenderam que o Business Intelligence é uma ferramenta que potencializa a gestão com análises de cenários diversos e predições, ajudando a determinar os próximos movimentos de toda cadeia produtiva.
Nesse sentido, a implementação de ferramentas de BI em sistemas de ERP veio para atender as necessidades de uma gestão integrada, ágil e transparente.
Em um futuro próximo, quando graças à conectividade do 5G a maioria das empresas tiver migrado seus dados para múltiplas nuvens, as aplicações baseadas em web (SaaS) proverão respostas para suporte a decisões gerenciais e operacionais ainda mais assertivas e imediatas.
A democratização do BI em diferentes setores apoia o crescimento colaborativo das corporações, promovendo compartilhamento de informações, integração entre departamento e inputs. Por exemplo, dados extraídos do CRM podem ser convertidos em indicadores que apoiam as ações de marketing ou o desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços.
Outra forma de aplicação do BI pode ser conferida às áreas de RH, tanto na gestão de talentos como em políticas de reconhecimento e premiação, favorecendo as estratégias de EX (Employee Experience – Experiência do Funcionário), com ganhos diretos em engajamento de equipes e impacto positivo na produtividade.
Não é à toa que as empresas que contam com a inteligência de negócios são mais preparadas para lidar com ambientes dinâmicos, onde as decisões precisam ocorrer de forma rápida e propositiva, para a companhia não perder espaço para a concorrência.
Oscar Fernando Daniel é gerente de Inteligência de Negócios e Controladoria da CIGAM
Com a projeção de alcançar uma movimentação de US$ 33,3 bilhões em 2025 (de acordo com estudos da Markets and Markets), o mercado de Business Intelligence (BI) continua em expansão.
Os números comprovam: a 32ª Edição da Pesquisa Anual do Uso de TI, realizada pela fundação Getúlio Vargas – FGV, com 2.636 médias e grandes empresas brasileiras, mostra que projetos focados em Inteligência Analítica (Analytics), incluindo BI, BA e CRM, e ERP, estão no topo das prioridades de TI das empresas.
E o uso do Business Intelligence vem se expandindo em divisões corporativas que até recentemente não eram beneficiadas por ferramentas desse tipo, como áreas de humanas (Recursos Humanos) e criação (Marketing).
Em um cenário de transformação digital, onde dados são considerados o novo petróleo, o acesso a informações gerenciais, de forma organizada e parametrizada, empodera diferentes áreas de negócios, que passam a contar com relatórios dinâmicos, previsões e diversos outros indicadores, agilizando a tomada de decisões e otimizando o desempenho de forma geral.
Engana-se quem pensa que o BI perdeu espaço para outras tecnologias de análise de dados. Ao contrário, foi incrementado com recursos de Inteligência Artificial (AI), Programação Neurolinguística (PNL) e Aprendizado de Máquina (ML), ampliando significativamente a capacidade de processamento e tratamento de dados de diferentes fontes internas (dados corporativos) ou externas (como pesquisas de mercado).
Cada vez mais conectadas, as empresas entenderam que o Business Intelligence é uma ferramenta que potencializa a gestão com análises de cenários diversos e predições, ajudando a determinar os próximos movimentos de toda cadeia produtiva.
Nesse sentido, a implementação de ferramentas de BI em sistemas de ERP veio para atender as necessidades de uma gestão integrada, ágil e transparente.
Em um futuro próximo, quando graças à conectividade do 5G a maioria das empresas tiver migrado seus dados para múltiplas nuvens, as aplicações baseadas em web (SaaS) proverão respostas para suporte a decisões gerenciais e operacionais ainda mais assertivas e imediatas.
A democratização do BI em diferentes setores apoia o crescimento colaborativo das corporações, promovendo compartilhamento de informações, integração entre departamento e inputs. Por exemplo, dados extraídos do CRM podem ser convertidos em indicadores que apoiam as ações de marketing ou o desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços.
Outra forma de aplicação do BI pode ser conferida às áreas de RH, tanto na gestão de talentos como em políticas de reconhecimento e premiação, favorecendo as estratégias de EX (Employee Experience – Experiência do Funcionário), com ganhos diretos em engajamento de equipes e impacto positivo na produtividade.
Não é à toa que as empresas que contam com a inteligência de negócios são mais preparadas para lidar com ambientes dinâmicos, onde as decisões precisam ocorrer de forma rápida e propositiva, para a companhia não perder espaço para a concorrência.
Oscar Fernando Daniel é gerente de Inteligência de Negócios e Controladoria da CIGAM
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