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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
29/06/2023 16:30:11

Carreira: saiba como desenvolver inteligência emocional e evoluir como gestor

À medida que gestores passaram a ser responsáveis por liderar equipes multifuncionais, pressões constantes e tomadas de decisões rápidas vieram na mesma proporção.

Diante desse cenário, a máxima de que, normalmente, o funcionário não pede demissão da empresa e sim do chefe, mostra ser cada vez mais aparente.

Ainda assim, a habilidade de compreender, reconhecer e até mesmo gerenciar efetivamente as emoções, nem sempre é levada em conta, pelo contrário, é subestimada.

A inteligência emocional envolve habilidades como:

  • Autoconsciência emocional;
  • Autorregulação emocional;
  • Empatia;
  • Habilidades sociais cruciais para construir relacionamentos interpessoais saudáveis;
  • Tomar decisões acertadas;
  • Lidar com o estresse;
  • Motivar equipes.

O jornalista norte-americano e estudioso do comportamento humano, Daniel Goleman, destaca a importância da inteligência emocional na liderança.

“Os líderes mais eficazes são todos parecidos de uma maneira crucial: todos eles têm um alto grau do que veio a ser conhecido como inteligência emocional. Não é que QI e habilidades técnicas sejam irrelevantes. Eles importam, mas são os requisitos básicos para posições executivas”, diz Goleman.

De uns tempos para cá, a inteligência emocional tem sido competência crucial no mundo dos negócios e da liderança. Conforme as organizações enfrentam desafios complexos e buscam alcançar excelentes resultados, gestores precisam desenvolver habilidades que vão além da técnica, aprimorando a compreensão profunda das emoções, tanto as suas, como as dos outros.

Atualmente, empresas exaltam líderes com inteligência emocional que costumam dar respostas rápidas e eficientes a desafios, o que faz a diferença nos resultados do negócio. 

Além disso, essa a inteligência emocional tende a engajar a equipe a buscar soluções inovadoras e criativas para problemas complexos. 

Sem essa habilidade na gestão, poderão haver muitos ruídos de comunicação e sentimentos mal resolvidos que resultam em descontentamento.

Benefícios da inteligência emocional no meio corporativo

Uma das principais competências que compõem a inteligência emocional é a autoconsciência.

Dessa forma, ter essa habilidade é reconhecer como as emoções afetam o comportamento, principalmente aqueles em relação aos outros. 

Líderes que têm a necessidade de autoconsciência enfrentam alta rotatividade de liderados. 

Segundo estudo realizado pela Universidade de Georgetown, o colaborador médio perde o compromisso com o trabalho por conta da sua baixa inteligência emocional demonstrada por seus líderes.

Assim, a empresa que prioriza uma cultura que incentiva a inteligência emocional permite que gestores compreendam quais caminhos os conectam às outras pessoas, maximizando experiências e potencializando resultados.

Desenvolvendo a inteligência emocional

  • Exercite a autoconsciência: o primeiro passo é conhecer seus principais pontos fortes e fracos. Os gestores devem aprender a reconhecer suas próprias emoções, como elas afetam seu comportamento e como podem impactar decisões e interações com a equipe;
  • Gerencie as emoções: uma vez que os gestores são capazes de reconhecer suas emoções, é importante aprender a gerenciá-las de forma adequada;
  • Pratique a empatia: é importante o gestor aprender a compreender e responder às emoções dos outros de maneira adequada;
  • Trabalhe em equipe: habilidades sociais são fundamentais para os gestores criarem relacionamentos produtivos com suas equipes. Para isso, a comunicação eficaz se torna importante para a assertividade da resolução de conflitos e do trabalho em equipe;
  • Aprimore o aprendizado: gestores enfrentam constantemente situações desafiadoras que exigem inteligência emocional. Dessa forma, saber como aplicar os princípios da inteligência emocional em situações de conflito, tomada de decisões difíceis e lidar com a pressão faz com que este se destaque.

Com informações da Exame

À medida que gestores passaram a ser responsáveis por liderar equipes multifuncionais, pressões constantes e tomadas de decisões rápidas vieram na mesma proporção.
Diante desse cenário, a máxima de que, normalmente, o funcionário não pede demissão da empresa e sim do chefe, mostra ser cada vez mais aparente.
Ainda assim, a habilidade de compreender, reconhecer e até mesmo gerenciar efetivamente as emoções, nem sempre é levada em conta, pelo contrário, é subestimada.
A inteligência emocional envolve habilidades como:
O jornalista norte-americano e estudioso do comportamento humano, Daniel Goleman, destaca a importância da inteligência emocional na liderança.
“Os líderes mais eficazes são todos parecidos de uma maneira crucial: todos eles têm um alto grau do que veio a ser conhecido como inteligência emocional. Não é que QI e habilidades técnicas sejam irrelevantes. Eles importam, mas são os requisitos básicos para posições executivas”, diz Goleman.
De uns tempos para cá, a inteligência emocional tem sido competência crucial no mundo dos negócios e da liderança. Conforme as organizações enfrentam desafios complexos e buscam alcançar excelentes resultados, gestores precisam desenvolver habilidades que vão além da técnica, aprimorando a compreensão profunda das emoções, tanto as suas, como as dos outros.
Atualmente, empresas exaltam líderes com inteligência emocional que costumam dar respostas rápidas e eficientes a desafios, o que faz a diferença nos resultados do negócio. 
Além disso, essa a inteligência emocional tende a engajar a equipe a buscar soluções inovadoras e criativas para problemas complexos. 
Sem essa habilidade na gestão, poderão haver muitos ruídos de comunicação e sentimentos mal resolvidos que resultam em descontentamento.
Uma das principais competências que compõem a inteligência emocional é a autoconsciência.
Dessa forma, ter essa habilidade é reconhecer como as emoções afetam o comportamento, principalmente aqueles em relação aos outros. 
Líderes que têm a necessidade de autoconsciência enfrentam alta rotatividade de liderados. 
Segundo estudo realizado pela Universidade de Georgetown, o colaborador médio perde o compromisso com o trabalho por conta da sua baixa inteligência emocional demonstrada por seus líderes.
Assim, a empresa que prioriza uma cultura que incentiva a inteligência emocional permite que gestores compreendam quais caminhos os conectam às outras pessoas, maximizando experiências e potencializando resultados.
Com informações da Exame
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