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ECONOMIA
25/05/2022 12:00:01
5,2 mil acessos
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
O Governo Federal voltou a avaliar projeto de criação de um mecanismo que não permita o repasse do aumento dos preços dos combustíveis em um período de três meses após a elevação destes produtos.
A proposta já havia sido discutida no início do governo Jair Bolsonaro, mas não evoluiu em um primeiro momento devido às dificuldades de implementação. Agora, com a instabilidade dos preços do barril de petróleo, o projeto volta a ganhar força.
Se for aprovado, qualquer aumento dos combustíveis não terá impacto imediato ao consumidor.
Diante da defasagem do preço do diesel e da gasolina no mercado internacional, em relação ao Brasil, a alternativa voltou a ser considerada para escalonar o repasse dos preços, trazendo mais estabilidade para os consumidores.
Apesar de seus possíveis benefícios, o principal obstáculo, além da aprovação da Petrobras, enfrentado pelo governo para viabilizar a proposta, seria o cenário de eventuais momentos de escassez de combustível.
Outro ponto de atenção do governo é a Lei das Estatais, que estabelece que eventuais prejuízos na empresa petrolífera por interferências do acionista majoritário devem ser compensados pelo próprio governo brasileiro.
O Governo Federal voltou a avaliar projeto de criação de um mecanismo que não permita o repasse do aumento dos preços dos combustíveis em um período de três meses após a elevação destes produtos.
A proposta já havia sido discutida no início do governo Jair Bolsonaro, mas não evoluiu em um primeiro momento devido às dificuldades de implementação. Agora, com a instabilidade dos preços do barril de petróleo, o projeto volta a ganhar força.
Se for aprovado, qualquer aumento dos combustíveis não terá impacto imediato ao consumidor.
Diante da defasagem do preço do diesel e da gasolina no mercado internacional, em relação ao Brasil, a alternativa voltou a ser considerada para escalonar o repasse dos preços, trazendo mais estabilidade para os consumidores.
Apesar de seus possíveis benefícios, o principal obstáculo, além da aprovação da Petrobras, enfrentado pelo governo para viabilizar a proposta, seria o cenário de eventuais momentos de escassez de combustível.
Outro ponto de atenção do governo é a Lei das Estatais, que estabelece que eventuais prejuízos na empresa petrolífera por interferências do acionista majoritário devem ser compensados pelo próprio governo brasileiro.
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