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BRASIL É O 7º COM MAIS EMPRENDEDORE
25/03/2022 11:34:58
360 acessos
Número de empreendimentos com mais de 3,5 anos aumentam no Brasil PxHere

O número de negócios com mais de 3,5 anos no Brasil voltou a crescer, segundo o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2021, divulgado pelo Sebrae.

Mesmo com os impactos da pandemia, a Taxa de Empreendedores Estabelecidos aumentou 1,2 ponto percentual, passando de 8,7% da população adulta, em 2020, para 9,9%, no ano passado.

A pesquisa foi realizada no país em parceria com Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), e demonstrou a capacidade dos negócios de sobreviver à pandemia.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, afirmou em nota que acredita que estes dados possam ser reflexos das medidas de acesso ao crédito, como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) , de programas como Auxílio Emergencial e Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm).

O estudo revelou também que a Taxa de Empreendedorismo Inicial, composta por “nascentes” (quem realizou alguma ação visando ter um negócio ou abriu um em até três meses) e por “novos” (com 3,5 anos de operação), sofreu redução de 2,4 pontos percentuais e atingiu o patamar de 21%.

Os empreendedores nascentes em 2021 conseguiram manter o nível de 2020, com uma taxa 10,2%, o que evidencia que ainda há muitas pessoas procurando o empreendedorismo como alternativa de ocupação, na chamada “porta de entrada” do empreendedorismo. 

Já entre os novos, houve uma queda, passando de 13,4%, em 2020, para 11%, em 2021, o que sinaliza que parte dos empreendedores que abriram um negócio nos últimos anos não conseguiu se manter e outra parte foi para os estabelecidos.

Empreendedorismo por necessidade

No ano passado, o país apresentou uma queda na taxa de empreendedorismo por necessidade. Cerca de 48,9% dos empreendedores iniciais abriram um negócio, no ano passado, em busca de uma fonte de renda. Em 2020, esse percentual foi de 50,4%.

Apesar da redução, esse ainda é o terceiro patamar mais elevado da série histórica, aponta a pesquisa. A taxa de empreendedorismo por necessidade é composta por empreendedores nascentes, aqueles que pensam em abrir um negócio ou já o fizeram em até três meses, e pelos novos, que possuem um negócio entre três meses e 3,5 anos. 

Em 2020, 53,9% dos empreendedores nascentes foram para o caminho do empreendedorismo por necessidade. Já em 2021, esse indicador caiu para 49,6%.  Entre os novos empreendedores, em 2020, eram 47,9% por necessidade e, em 2021, subiram para 49,3%.

Escolaridade mais alta

O relatório da GEM também assinala que os empreendedores iniciais estão mais escolarizados: 28,5% deles têm curso superior completo. 

Esse resultado é o maior já visto desde o ano de 2013 e apresenta um aumento em relação a 2020, quando 24,4% dos empreendedores iniciais possuíam essa mesma escolaridade. Já os entrevistados com, no mínimo, ensino médio completo correspondem a 47,1% do universo pesquisado.

Faixa de Renda

Apesar do aumento da escolaridade, esse resultado ainda não se refletiu no acréscimo da renda do empreendedor inicial. De acordo com a GEM 2021, 57% deles ganham até três salários-mínimos.

“Podemos inferir que os empreendedores iniciais são de baixíssima renda e que grande parte deles são potenciais microempreendedores individuais (MEI) ou que se formalizaram há pouco tempo nessa figura jurídica”, comenta o presidente do Sebrae. 

Os empreendedores iniciais que ganham entre três e seis salários-mínimos equivalem a 29,4% e os que recebem acima de seis salários-mínimos são 13,6%.

Com informações Agência Sebrae

O número de negócios com mais de 3,5 anos no Brasil voltou a crescer, segundo o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2021, divulgado pelo Sebrae.
Mesmo com os impactos da pandemia, a Taxa de Empreendedores Estabelecidos aumentou 1,2 ponto percentual, passando de 8,7% da população adulta, em 2020, para 9,9%, no ano passado.
A pesquisa foi realizada no país em parceria com Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), e demonstrou a capacidade dos negócios de sobreviver à pandemia.
O presidente do Sebrae, Carlos Melles, afirmou em nota que acredita que estes dados possam ser reflexos das medidas de acesso ao crédito, como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) , de programas como Auxílio Emergencial e Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm).
O estudo revelou também que a Taxa de Empreendedorismo Inicial, composta por “nascentes” (quem realizou alguma ação visando ter um negócio ou abriu um em até três meses) e por “novos” (com 3,5 anos de operação), sofreu redução de 2,4 pontos percentuais e atingiu o patamar de 21%.
Os empreendedores nascentes em 2021 conseguiram manter o nível de 2020, com uma taxa 10,2%, o que evidencia que ainda há muitas pessoas procurando o empreendedorismo como alternativa de ocupação, na chamada “porta de entrada” do empreendedorismo. 
Já entre os novos, houve uma queda, passando de 13,4%, em 2020, para 11%, em 2021, o que sinaliza que parte dos empreendedores que abriram um negócio nos últimos anos não conseguiu se manter e outra parte foi para os estabelecidos.
No ano passado, o país apresentou uma queda na taxa de empreendedorismo por necessidade. Cerca de 48,9% dos empreendedores iniciais abriram um negócio, no ano passado, em busca de uma fonte de renda. Em 2020, esse percentual foi de 50,4%.
Apesar da redução, esse ainda é o terceiro patamar mais elevado da série histórica, aponta a pesquisa. A taxa de empreendedorismo por necessidade é composta por empreendedores nascentes, aqueles que pensam em abrir um negócio ou já o fizeram em até três meses, e pelos novos, que possuem um negócio entre três meses e 3,5 anos. 
Em 2020, 53,9% dos empreendedores nascentes foram para o caminho do empreendedorismo por necessidade. Já em 2021, esse indicador caiu para 49,6%.  Entre os novos empreendedores, em 2020, eram 47,9% por necessidade e, em 2021, subiram para 49,3%.
O relatório da GEM também assinala que os empreendedores iniciais estão mais escolarizados: 28,5% deles têm curso superior completo. 
Esse resultado é o maior já visto desde o ano de 2013 e apresenta um aumento em relação a 2020, quando 24,4% dos empreendedores iniciais possuíam essa mesma escolaridade. Já os entrevistados com, no mínimo, ensino médio completo correspondem a 47,1% do universo pesquisado.
Apesar do aumento da escolaridade, esse resultado ainda não se refletiu no acréscimo da renda do empreendedor inicial. De acordo com a GEM 2021, 57% deles ganham até três salários-mínimos.
“Podemos inferir que os empreendedores iniciais são de baixíssima renda e que grande parte deles são potenciais microempreendedores individuais (MEI) ou que se formalizaram há pouco tempo nessa figura jurídica”, comenta o presidente do Sebrae. 
Os empreendedores iniciais que ganham entre três e seis salários-mínimos equivalem a 29,4% e os que recebem acima de seis salários-mínimos são 13,6%.
Com informações Agência Sebrae
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