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CONDIÇÕES TRABALHISTAS
16/01/2023 18:00:03
109 acessos
Ministério do Trabalho e líderes da paralisação de motoboys se reunem nesta semana Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O Ministério do Trabalho deve fazer ainda nesta semana uma reunião com lideranças que organizam uma paralisação dos entregadores de aplicativo.

O gesto foi bem atendido pelos motoboys, que articulam o ato para o próximo dia 25 em busca de melhores condições de trabalho.

O encontro entre as lideranças e o ministério foi marcado para terça-feira (17), em São Paulo, e deve contar com a presença do secretário de Economia Solidária, Gilberto Carvalho.

Além das reivindicações da categoria, também deve ser discutida a proposta do governo Lula para a criação de uma comissão dedicada à questão da regulamentação do trabalho por aplicativo, outra iniciativa vista com bons olhos pelas lideranças da paralisação.

Cobranças

A movimentação do governo diminui o receio expressado por uma parcela dos motoboys autônomos. Eles temiam que a gestão do atual governo dialogasse mais com centrais sindicais do que com aqueles que se consideram independentes.

Na classificação de articuladores da paralisação, os principais aplicativos do mercado de entregas, por outro lado, não teriam oferecido uma resposta concreta desde que o breque foi anunciado.

Os articuladores cobram, por exemplo, reajuste da taxa de entrega, o fim de entregas duplas e triplas dentro de um mesmo trajeto e a criação de um fundo social para a proteção de trabalhadores.

Os entregadores que organizam a mobilização querem evitar que a iniciativa seja confundida com manifestações contrárias ao atual governo ou a favor do antigo, sendo que a mesma apresenta outros objetivos.

Leia mais:Motoboys querem discutir CLT e direitos trabalhistas com o novo governo

O Ministério do Trabalho deve fazer ainda nesta semana uma reunião com lideranças que organizam uma paralisação dos entregadores de aplicativo.
O gesto foi bem atendido pelos motoboys, que articulam o ato para o próximo dia 25 em busca de melhores condições de trabalho.
O encontro entre as lideranças e o ministério foi marcado para terça-feira (17), em São Paulo, e deve contar com a presença do secretário de Economia Solidária, Gilberto Carvalho.
Além das reivindicações da categoria, também deve ser discutida a proposta do governo Lula para a criação de uma comissão dedicada à questão da regulamentação do trabalho por aplicativo, outra iniciativa vista com bons olhos pelas lideranças da paralisação.
A movimentação do governo diminui o receio expressado por uma parcela dos motoboys autônomos. Eles temiam que a gestão do atual governo dialogasse mais com centrais sindicais do que com aqueles que se consideram independentes.
Na classificação de articuladores da paralisação, os principais aplicativos do mercado de entregas, por outro lado, não teriam oferecido uma resposta concreta desde que o breque foi anunciado.
Os articuladores cobram, por exemplo, reajuste da taxa de entrega, o fim de entregas duplas e triplas dentro de um mesmo trajeto e a criação de um fundo social para a proteção de trabalhadores.
Os entregadores que organizam a mobilização querem evitar que a iniciativa seja confundida com manifestações contrárias ao atual governo ou a favor do antigo, sendo que a mesma apresenta outros objetivos.
Leia mais:Motoboys querem discutir CLT e direitos trabalhistas com o novo governo
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