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REDES SOCIAIS
05/08/2022 17:30:02
141 acessos
Pexels
Um estudo inédito realizado pelo Capterra, concluiu que 4 de cada 10 entrevistados (41%) acessam suas redes sociais mais de 10 vezes por dia. Trata-se do país com a maior frequência entre os outros analisados: México (31%), Reino Unido (17%), França (14%) e Espanha (13%).
Dividindo esses por faixa etária, o estudo descobriu que, no Brasil, as pessoas entre 26 e 35 anos são as que mais acessam nessa frequência (35%), seguida da faixa de 36 e 45 anos (22%).
O levantamento online entrevistou 1.024 brasileiros de diversas regiões do Brasil no período de 20 a 28 de abril de 2022, com idade entre 18 e 75 anos. Essas pessoas deveriam ser usuários regulares de redes sociais e realizar pelo menos um compra online a cada seis meses.
A pesquisa traz à tona uma preocupação dos especialistas da área de saúde mental quanto às consequências do uso excessivo das redes sociais. Estudos relatam que durante e pós o período pandêmico, houve uma piora da saúde mental dos brasileiros.
Um exemplo é a pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) de 2021 que mostrou que, de uma lista de onze países, o Brasil lidera com mais casos de ansiedade (63%) e depressão (59%), seguido, respectivamente, da Irlanda e dos Estados Unidos.
“Muitas pessoas são atraídas pelo uso frequente – quase viciante – da mídia social porque ela ativa substâncias químicas cerebrais que aguçam a sensação de “quero mais”, destaca o médico, diretor científico da Associação Americana de Psicologia (APA), em entrevista à CNN Brasil, Mitch Prinstein.
As redes sociais mais usadas pelos entrevistados brasileiros
Sem muitas surpresas, o WhatsApp aparece como a rede social mais usada por aqui, já que 98% dos entrevistados pelo Capterra disseram fazer uso da plataforma.
No entanto, a pesquisa apresentou um dado interessante: 57% dos entrevistados brasileiros disseram que são usuários do Telegram.
Em comparação aos outros países participantes do estudo, a utilização do aplicativo não chega nem na metade dos respondentes: Espanha (37%), México (36%), França (10%) e Reino Unido (8%).
Outros aplicativos que têm forte penetração entre os brasileiros, segundo o estudo, são Instagram (91%) e Facebook (89%). A ordem ocupada nesse ranking pode surpreender e tem uma explicação. De acordo com um levantamento da Emplifi, em 2021, houve um aumento de audiência e de engajamento no Instagram.
“O estudo mostrou ainda que os usuários empregam essas redes sociais para enviar mensagens ou verificar atualizações de amigos, família e grupos, desbancando atividades como seguir influenciadores ou celebridades”, afirma a analista de conteúdo do Capterra, Marcela Gava.
Um estudo inédito realizado pelo Capterra, concluiu que 4 de cada 10 entrevistados (41%) acessam suas redes sociais mais de 10 vezes por dia. Trata-se do país com a maior frequência entre os outros analisados: México (31%), Reino Unido (17%), França (14%) e Espanha (13%).
Dividindo esses por faixa etária, o estudo descobriu que, no Brasil, as pessoas entre 26 e 35 anos são as que mais acessam nessa frequência (35%), seguida da faixa de 36 e 45 anos (22%).
O levantamento online entrevistou 1.024 brasileiros de diversas regiões do Brasil no período de 20 a 28 de abril de 2022, com idade entre 18 e 75 anos. Essas pessoas deveriam ser usuários regulares de redes sociais e realizar pelo menos um compra online a cada seis meses.
A pesquisa traz à tona uma preocupação dos especialistas da área de saúde mental quanto às consequências do uso excessivo das redes sociais. Estudos relatam que durante e pós o período pandêmico, houve uma piora da saúde mental dos brasileiros.
Um exemplo é a pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) de 2021 que mostrou que, de uma lista de onze países, o Brasil lidera com mais casos de ansiedade (63%) e depressão (59%), seguido, respectivamente, da Irlanda e dos Estados Unidos.
“Muitas pessoas são atraídas pelo uso frequente – quase viciante – da mídia social porque ela ativa substâncias químicas cerebrais que aguçam a sensação de “quero mais”, destaca o médico, diretor científico da Associação Americana de Psicologia (APA), em entrevista à CNN Brasil, Mitch Prinstein.
Sem muitas surpresas, o WhatsApp aparece como a rede social mais usada por aqui, já que 98% dos entrevistados pelo Capterra disseram fazer uso da plataforma.
No entanto, a pesquisa apresentou um dado interessante: 57% dos entrevistados brasileiros disseram que são usuários do Telegram.
Em comparação aos outros países participantes do estudo, a utilização do aplicativo não chega nem na metade dos respondentes: Espanha (37%), México (36%), França (10%) e Reino Unido (8%).
Outros aplicativos que têm forte penetração entre os brasileiros, segundo o estudo, são Instagram (91%) e Facebook (89%). A ordem ocupada nesse ranking pode surpreender e tem uma explicação. De acordo com um levantamento da Emplifi, em 2021, houve um aumento de audiência e de engajamento no Instagram.
“O estudo mostrou ainda que os usuários empregam essas redes sociais para enviar mensagens ou verificar atualizações de amigos, família e grupos, desbancando atividades como seguir influenciadores ou celebridades”, afirma a analista de conteúdo do Capterra, Marcela Gava.
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